Alunos do Sigma são aceitos em universidades do exterior

O desejo de estudar no exterior surgiu aos oito anos de idade para Sofia Bandeira e, em 2017, ela decidiu se preparar para tornar o sonho de criança realidade. Na caminhada para a preparação, ela contou com o apoio da escola e da companhia de mais dois alunos com o mesmo ideal: Enrico Cruvinel e Brigitte Ritter.

A boa notícia chegou em janeiro. Os três alunos foram aceitos em instituições dos Estados Unidos. Para conquistar a sonhada vaga, eles estudaram muito para manter as notas acima da média e participaram de projetos extracurriculares. Segundo eles, os plantões de dúvidas, as aulas extras e os projetos extracurriculares da escola foram fundamentais para conseguirem a pontuação exigida. “Como o histórico escolar conta pontos para a vaga, além de estudar os conteúdos cobrados nos exames exigidos para ingressar nas universidades americanas, precisava tirar notas altas na escola. Acredito que as aulas extras do Sigma foram o grande diferencial para eu conseguir manter as notas acima da média”, afirma Sofia Bandeira.

Como as atividades extracurriculares e o trabalho voluntário também somam pontos para aprovação, Enrico Cruvinel acredita que o fato de a escola disponibilizar projetos variados contribuiu para sua aprovação. “O Sigma foi fundamental nesse ponto, por nos ofertar uma grande diversidade de atividades”, afirma. Enrico participou de projetos, como o After Class, para aprofundamento acadêmico; o Sigma-Múndi, que simula debates de organizações internacionais; os Anjos do Sigma, que promove ações de voluntariado, além de aulas extras de Cálculo I.

 

 

Para Brigitte, o After Class e as aulas de Cálculo I também foram fundamentais para que conseguisse notas altas nos exames internacionais e uma vaga para cursar Engenharia. Ela destaca, ainda, mais um fator essencial para sua aprovação: o apoio dos professores. “Eles sempre nos incentivaram a buscar os nossos sonhos, independente da dificuldade. Então, quando a gente pedia alguma ajuda, estavam sempre prontos para nos atender”, comenta. Segundo ela, os professores auxiliavam os três, tirando dúvidas sobre documentação, oferecendo conteúdos fora da grade curricular e até mesmo escrevendo as cartas de recomendação para universidades.

Na reta final da preparação, o Sigma disponibilizou o simulado do SAT, prova americana semelhante ao Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), para que os alunos se familiarizassem com o método exigido.

Os alunos ainda aguardam novas cartas de admissão e respostas de bolsas de estudos para definirem em qual universidade irão se matricular. Algumas das instituições dos Estados Unidos em que os estudantes se inscreveram são: Iowa State University, University of Illinois Urbana-Champaing, University of Minessota Twin Cities, University of South Florida e University of Oklahoma.

 

Processo Seletivo

O processo para ingressar nas universidades americanas começa cedo. Primeiramente, os alunos precisam realizar o SAT ou o SAT Subjects (prova semelhante ao Enem) e testes de proficiência em inglês, como o TOEIC e o TOEFL. Além das notas obtidas nessas provas, os avaliadores das universidades americanas analisam todo o histórico escolar e o currículo acadêmico dos alunos, nos quais constam todas as atividades extracurriculares e os trabalhos voluntários que realizaram. As instituições requerem, também, que os estudantes enviem cartas de recomendação – com tradução oficial realizada pelo consulado – e redações sobre temas específicos.