Educação Tecnológica: o futuro na mão das crianças

Com a chegada do grande avanço tecnológico mundial, é preciso ampliar conceitos. Pensando nisso, o Colégio Sigma oferece para os alunos do Ensino Fundamental – Anos Iniciais,  em todas as unidades, a Educação Tecnológica. A disciplina visa estimular as crianças a usarem a criatividade e a vontade de construir projetos na iniciação à Robótica.  Durante as aulas são trabalhados diversos conteúdos como Matemática, Ciências e Raciocínio Lógico, inserindo ações do cotidiano por meio do projeto com as peças LEGO, em parceria com a empresa ZOOM for Education. “Nós provocamos nos alunos a curiosidade e a vontade de descobrir e criar coisas novas”, comenta o professor de Educação Tecnológica da unidade 606 Norte, Adriano Vieira.

A aula é dividida em quatro momentos. O primeiro é sobre “conectar”: a etapa mais teórica, em que o professor explica como será o projeto por meio de imagens e vídeos interativos. Já o segunda é sobre “construir”. Nessa fase, os alunos são divididos por funções: o organizador, que separa as peças; o construtor, responsável pela montagem do dia; e o apresentador, líder da equipe, que realiza a documentação do trabalho, escaneia o QR Code dos alunos, do professor e da lição, e gera uma imagem em 3D do objeto a ser construído no tablet. “Ao final de cada módulo eles apresentam o que foi feito e na aula seguinte mudam de funções, ou seja, a cada quatro aulas o aluno passa por todas as posições”, conta Adriano.

Na terceira fase, “analisar”, os alunos aproveitam o projeto montado para estudar algumas questões de Física de forma lúdica. Na aula em que foi montado um guindaste, por exemplo, o professor explicou sobre alavancas, ponto de apoio, força de potência e outros. Na última etapa da aula, chamada de “continuar”, o professor apresenta uma situação problema a qual as crianças precisam achar uma solução lógica. “Além de aprenderem brincando a resolver problemas, desenvolve o espírito de equipe. Isto porque os alunos percebem que precisam uns dos outros para concluírem a lição”, aponta.

Adriano conta que para os alunos do 3º ao 5º ano a aula segue o mesmo formato, mas fica um pouco mais avançada e com conceitos mais elaborados. “As crianças têm acesso aos motores e, com uma simples ligação, eles conseguem dar movimento aos projetos que estão construindo”. Segundo o professor, em uma das aulas, após aprenderem sobre a rotação e translação da Terra, construíram um projeto com Sol, Terra e Lua, e tiveram a oportunidade de ver os dois movimentos ao mesmo tempo. “E no mesmo dia também mostramos como ocorre um eclipse lunar e solar”.

O professor conta que, ao longo do segundo semestre de 2019, as aulas dos alunos do 3º ao 5º ano ficarão ainda mais interessantes. As crianças vão começar a trabalhar com o “LudoBot”, um robozinho programável que possui um sensor de distância, luz, proximidade, velocidade e outros. A atividade vai complementar o trabalho realizado em sala de aula e permitirá que eles programem as ações do objeto a ser construído. Com a nova ferramenta, os alunos vão ter acesso a vários tipos de programação e vão conseguir controlar o robozinho.